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Exploração Inteligente

Clima de insegurança em Namuno devido à circulação de supostos insurgentes
A população do Posto Administrativo de Meloco, no distrito de Namuno, no sul da província de Cabo Delgado, denuncia um clima de medo e crescente insegurança devido à suposta circulação de grupos terroristas provenientes do vizinho distrito de Chiúre. O distrito não registava presença de terroristas há cerca de dois anos. A situação tem gerado preocupação entre as autoridades locais e a população, que pede medidas para garantir a segurança na região. De acordo com fontes locais, 'a presença de terroristas tem causado pânico entre a população'. A insegurança na região pode ter um impacto negativo na economia local e na estabilidade política. O Governo de Moçambique tem trabalhado para combater a insurgência em Cabo Delgado, mas a situação em Namuno destaca a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir a segurança em todo o país. Com a realização de operações militares e a implementação de programas de desenvolvimento, o objetivo é restaurar a paz e a estabilidade na região. .

Família continua sem respostas dois anos após desaparecimento de bebé na Matola
Quase dois anos depois do desaparecimento de um dos bebés gémeos na maternidade do Hospital Provincial da Matola, a família da criança afirma continuar sem respostas concretas sobre o paradeiro do menor e acusa a justiça de lentidão no tratamento do caso. O desaparecimento ocorreu numa das maiores unidades hospitalares da província de Maputo e gerou forte atenção pública devido às circunstâncias em que o bebé desapareceu ainda na maternidade. Até ao momento, os familiares dizem não ter recebido esclarecimentos definitivos sobre o andamento das investigações nem informações capazes de explicar o que realmente aconteceu dentro da unidade sanitária. Segundo relatos da família, o sentimento predominante é de frustração e desgaste emocional provocado pela demora do processo. Os familiares afirmam que, apesar do tempo decorrido desde o desaparecimento, continuam sem conhecer o destino da criança e sem responsabilização clara dos envolvidos. O caso mantém-se como um dos episódios mais sensíveis associados à segurança hospitalar em Moçambique, sobretudo por envolver uma maternidade pública e o desaparecimento de um recém-nascido dentro de uma unidade estatal de saúde. O desaparecimento do bebé levantou, desde o início, dúvidas sobre controlo interno, monitoria de acessos e mecanismos de segurança em maternidades públicas do país. Casos envolvendo desaparecimento de recém-nascidos ou suspeitas de tráfico de menores têm provocado preocupação recorrente entre famílias e organizações ligadas à defesa dos direitos humanos, principalmente devido à dificuldade de esclarecimento rápido por parte das autoridades. A ausência de respostas concretas no caso da Matola continua a alimentar questionamentos sobre capacidade investigativa e protecção de pacientes em unidades hospitalares públicas. Além do impacto emocional sobre os familiares, o caso afectou igualmente a percepção pública sobre segurança nos serviços de saúde materno-infantil. A maternidade do Hospital Provincial da Matola atende diariamente centenas de utentes provenientes de vários pontos da província de Maputo, sendo considerada uma referência regional. A continuidade das dúvidas em torno do desaparecimento mantém pressão sobre instituições de justiça e autoridades sanitárias, numa altura em que cresce exigência pública por maior transparência e responsabilização em casos sensíveis envolvendo crianças. A família afirma que continuará a procurar respostas e pede maior celeridade das autoridades na conclusão do processo. Até ao momento, não foram divulgadas informações oficiais indicando resolução definitiva do caso ou localização da criança desaparecida. O silêncio prolongado em torno do processo continua a aumentar o sofrimento dos familiares, que dizem manter esperança de um esclarecimento completo sobre o desaparecimento ocorrido na maternidade da Matola.

Puma Energy quer expandir operações no país
O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu recentemente, em Maputo, o CEO da Puma Energy, Mark Russell. Na ocasião, Russell reiterou o compromisso da empresa em expandir suas operações no país, visando fortalecer a economia local. Esta reunião marca um importante passo para o desenvolvimento das relações entre a Puma Energy e o governo moçambicano, com potencial para gerar empregos e estimular o crescimento econômico. Com a expansão das operações, a Puma Energy pretende aumentar sua participação no mercado de combustíveis do país, contribuindo para a estabilidade do setor energético. A reunião entre o Presidente da República e o CEO da Puma Energy foi um encontro estratégico, onde foram discutidas as oportunidades e desafios para a expansão das operações da empresa em Moçambique. A Puma Energy tem sido uma das principais empresas de combustíveis em Moçambique, com uma presença significativa no mercado. A expansão das operações da empresa pode trazer benefícios significativos para a economia local, incluindo a criação de empregos e a geração de receita. Além disso, a Puma Energy também pode contribuir para a melhoria da infraestrutura de transporte de combustíveis no país, o que pode ter um impacto positivo na economia como um todo. O CEO da Puma Energy, Mark Russell, destacou a importância da parceria entre a empresa e o governo moçambicano, afirmando que "a expansão das operações da Puma Energy em Moçambique é um passo importante para o crescimento da nossa presença na região". Ele também ressaltou que a empresa está comprometida em trabalhar em estreita colaboração com as autoridades locais para garantir que as operações sejam realizadas de forma responsável e sustentável. A expansão das operações da Puma Energy em Moçambique também pode ter um impacto positivo na segurança energética do país. Com a crescente demanda por combustíveis, a Puma Energy pode contribuir para a estabilidade do mercado, reduzindo a dependência de importações e aumentando a oferta de combustíveis no país. Além disso, a empresa também pode investir em projetos de energia renovável, o que pode ajudar a reduzir a pegada de carbono do país e contribuir para a luta contra as mudanças climáticas. Em resumo, a expansão das operações da Puma Energy em Moçambique é um desenvolvimento importante para a economia local, com potencial para gerar empregos, estimular o crescimento econômico e contribuir para a segurança energética do país. A parceria entre a empresa e o governo moçambicano é fundamental para o sucesso dessas operações, e a Puma Energy está comprometida em trabalhar em estreita colaboração com as autoridades locais para garantir que as operações sejam realizadas de forma responsável e sustentável.

Sabotagem em Massingir obriga Estado a mobilizar mais de 5 milhões de meticais
As autoridades moçambicanas anunciaram a necessidade de mobilizar cerca de 5,8 milhões de meticais para reparar um sistema eléctrico vandalizado na barragem de Massingir, na província de Gaza, sul de Moçambique. O incidente comprometeu o funcionamento normal de uma das infraestruturas hídricas mais estratégicas do país, utilizada para irrigação agrícola, abastecimento de água e apoio à actividade económica regional. Segundo informações avançadas pelas autoridades, os danos afectaram componentes essenciais do sistema eléctrico da barragem, obrigando à procura urgente de financiamento para reposição dos equipamentos e normalização das operações. A situação reacendeu preocupações sobre segurança de infraestruturas públicas críticas em várias regiões do país. A vandalização ocorreu numa altura em que a barragem desempenha papel importante no apoio à actividade agrícola no vale do Limpopo, uma das principais zonas de produção alimentar de Moçambique. O sistema afectado integra mecanismos eléctricos indispensáveis para operação e controlo técnico da infraestrutura. De acordo com as autoridades, os prejuízos estão avaliados em aproximadamente 5,8 milhões de meticais, valor considerado elevado devido ao tipo de equipamento danificado e à necessidade de substituição especializada. O caso obrigou técnicos e responsáveis locais a iniciarem avaliações para evitar impacto prolongado sobre o funcionamento da barragem e serviços associados. A barragem de Massingir é considerada uma infraestrutura estratégica para gestão hídrica no sul de Moçambique, sobretudo nas províncias de Gaza e Maputo, onde fenómenos climáticos extremos têm aumentado pressão sobre sistemas de irrigação e armazenamento de água. Além da componente agrícola, a barragem possui relevância económica para pequenos produtores, operadores agro-industriais e comunidades dependentes da água para actividades de subsistência. O incidente volta igualmente a levantar preocupações sobre fragilidade da protecção de infraestruturas públicas e custos crescentes associados à vandalização de equipamentos estatais em sectores estratégicos. Nos últimos anos, Moçambique tem enfrentado desafios ligados à manutenção e segurança de infraestruturas energéticas, hidráulicas e ferroviárias, frequentemente afectadas por roubo de componentes eléctricos e actos de sabotagem. Especialistas do sector têm alertado para impacto económico dessas ocorrências, sobretudo devido aos elevados custos de reposição e interrupções operacionais provocadas por danos em sistemas técnicos sensíveis. A situação em Massingir poderá igualmente aumentar pressão financeira sobre instituições públicas responsáveis pela gestão hídrica e manutenção de barragens. As autoridades indicaram que continuam esforços para mobilizar recursos destinados às reparações e garantir reposição rápida do sistema eléctrico vandalizado. Paralelamente, decorrem investigações para identificar os responsáveis pelo acto de sabotagem e avaliar eventuais falhas de segurança no local. A expectativa é de que os trabalhos de recuperação permitam restaurar integralmente o funcionamento da barragem e evitar impactos mais profundos sobre actividade agrícola e gestão de água na região sul do país.

Gás do Rovuma: Auditor apurou menos 2 biliões de USD de custos recuperáveis exigidos pela Total
A consultora britânica Bayphase, contratada pelo Governo moçambicano para calcular o valor dos custos recuperáveis exigidos pela TotalEnergies, apurou três biliões de USD de prejuízos, menos dois biliões de USD do montante reivindicado pelo consórcio da petrolífera francesa. Esta descoberta pode ter um impacto significativo nas negociações entre o Governo moçambicano e a TotalEnergies. O consórcio da Área 4 do projeto do Rovuma, liderado pela ExxonMobil, está a desenvolver o campo gasífero de Mamba, localizado na Bacia do Rovuma, em Moçambique. A fonte avançou que o consórcio da Área 4 está a trabalhar arduamente para encontrar uma solução para o problema dos custos recuperáveis. A auditoria realizada pela Bayphase foi um passo crucial para esclarecer as despesas do projeto e garantir que os custos sejam justos e transparentes. Com a descoberta de que os custos recuperáveis são menores do que o inicialmente reivindicado, o Governo moçambicano pode ter uma posição mais forte nas negociações com a TotalEnergies. O projeto do Rovuma é de grande importância para a economia moçambicana, pois tem o potencial de gerar receitas significativas para o país. No entanto, é fundamental garantir que os custos sejam geridos de forma eficaz e transparente. A descoberta da Bayphase é um passo importante nesse sentido. A população moçambicana aguarda com expectativa o desfecho das negociações entre o Governo e a TotalEnergies. A esperança é que o projeto do Rovuma seja desenvolvido de forma a beneficiar o país e a sua população. O Governo moçambicano deve continuar a trabalhar arduamente para garantir que os interesses do país sejam protegidos e que o projeto do Rovuma seja desenvolvido de forma sustentável e responsável.
Bebê encontrado abandonado em Maputo
Bebê encontrado abandonado em Maputo
Um bebê recém-nascido foi encontrado abandonado num contentor de lixo na Rua da Mesquita, no bairro Choupal, na cidade de Maputo. O incidente ocorreu na noite de ontem, quando moradores da zona descobriram o bebê e prestaram os primeiros socorros. A situação é considerada alarmante e levanta questões sobre a segurança e o bem-estar das crianças em Moçambique. De acordo com relatos, o bebê foi encontrado em condições precárias e foi necessário intervenção rápida para garantir a sua sobrevivência. A comunidade local está chocada com o incidente e espera que as autoridades tomem medidas para evitar que casos semelhantes ocorram no futuro. A polícia e os serviços sociais foram acionados e estão a investigar o caso. A identidade da mãe do bebê ainda não foi divulgada, e as autoridades estão a trabalhar para localizá-la e entender as circunstâncias que levaram ao abandono do bebê. O incidente destaca a importância de programas de apoio às mães e às crianças em Moçambique, especialmente em áreas urbanas onde a pobreza e a falta de acesso a serviços básicos podem levar a decisões desesperadas. A comunidade está a se mobilizar para apoiar o bebê e a mãe, e há um apelo para que as autoridades e as organizações não governamentais trabalhem juntas para prevenir casos de abandono de crianças e garantir que as famílias tenham acesso a serviços de saúde e apoio social. O caso do bebê encontrado em Maputo é um lembrete triste da realidade enfrentada por muitas famílias em Moçambique, onde a pobreza, a falta de educação e a falta de acesso a serviços básicos podem ter consequências devastadoras para as crianças.

PGR propõe criação de centro de desradicalização
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique propôs recentemente a criação de um centro especializado de desradicalização e reabilitação de terroristas e extremistas violentos. Esta proposta visa reforçar o combate ao terrorismo e promover a reintegração social de indivíduos envolvidos em actos extremistas. O procurador-geral da República, Américo Letela, apresentou a proposta durante a apresentação do Informe Anual de 2025 na Assembleia da República. Segundo Américo Letela, o país precisa de um modelo especializado e multidisciplinar para a recuperação psicológica e social de indivíduos ligados ao terrorismo. "Mostra-se pertinente uma reflexão sobre a criação de um centro para a desradicalização e reabilitação de terroristas e extremistas violentos, vocacionado para promover a reabilitação psicológica dos indivíduos envolvidos em práticas terroristas e de extremismo violento; a desconstrução de ideologias extremistas e a reintegração social", afirmou. O procurador-geral explicou que, embora a legislação atribua ao Serviço Nacional Penitenciário a responsabilidade de assegurar a reabilitação e reinserção social dos condenados, o país ainda não dispõe de mecanismos específicos orientados para a desradicalização em casos de terrorismo. A proposta surge numa altura em que Moçambique continua a enfrentar desafios de segurança ligados ao terrorismo em Cabo Delgado, onde ataques armados têm provocado milhares de deslocados e uma crise humanitária prolongada desde 2017. A situação exige uma abordagem holística que inclua a reabilitação e reintegração de indivíduos envolvidos em actos terroristas. O plano de ação proposto pela PGR inclui a criação de um centro de desradicalização e reabilitação, bem como a introdução de mecanismos específicos de reabilitação e reinserção social como complemento às decisões judiciais. Além disso, a PGR considera necessária a protecção de denunciantes, vítimas e testemunhas. A implementação destas medidas pode contribuir significativamente para a redução do terrorismo e a promoção da estabilidade em Moçambique. É fundamental que as autoridades moçambicanas trabalhem em estreita colaboração com a sociedade civil e a comunidade internacional para combater o terrorismo e promover a paz e a segurança na região.

Twenty Fingers inaugura novo estúdio e reforça aposta numa nova fase musical
O cantor moçambicano Twenty Fingers apresentou oficialmente o seu novo home studio, num momento acompanhado por familiares, amigos próximos e fãs, reforçando sinais de uma nova fase na sua carreira artística. O espaço foi descrito pelo próprio artista como um ambiente dedicado à criatividade, produção musical e evolução profissional, numa altura em que o músico volta a dominar plataformas digitais com novos lançamentos. A inauguração surge poucos dias depois da estreia do projecto “Minha História”, lançado em formato EP com quatro faixas inéditas. Durante a apresentação do espaço, o artista agradeceu o apoio recebido ao longo dos últimos anos e convidou os seguidores a acompanharem o novo projecto musical. “Obrigado Deus, família. Estão todos convidados a acompanhar a ‘Minha História’ capítulo 1”, declarou Twenty Fingers, destacando igualmente os videoclipes “Amor Não É Para Doer”, “Walai Bilai”, “Já Cansei” e “Minha História”, actualmente disponíveis nas plataformas digitais e no YouTube. O novo EP foi lançado oficialmente a 21 de Maio e marca mais um capítulo na trajectória do cantor, conhecido pelo estilo romântico e forte presença no mercado lusófono africano. Nos últimos meses, Twenty Fingers intensificou a produção musical e voltou a ganhar forte circulação nas redes sociais e plataformas de streaming, impulsionado por novos singles e colaborações. O artista mantém uma das trajectórias mais consistentes da música moçambicana contemporânea, com sucessos que continuam a circular em países africanos de língua portuguesa, além de Portugal e Brasil. O novo estúdio é visto por seguidores como um sinal de maior independência criativa e fortalecimento da capacidade de produção própria, num mercado musical cada vez mais competitivo e digitalizado. A expansão de estruturas privadas de gravação entre músicos moçambicanos reflecte igualmente mudanças na indústria cultural do país. Nos últimos anos, vários artistas passaram a investir em estúdios próprios, procurando reduzir dependência de produtoras externas e aumentar controlo sobre produção, distribuição e identidade artística. A tendência acompanha o crescimento do consumo digital de música em Moçambique e no espaço PALOP, onde plataformas de streaming passaram a desempenhar papel central na projecção de artistas regionais. Com o lançamento do novo projecto e inauguração do estúdio, Twenty Fingers procura consolidar a sua presença no mercado musical africano e reforçar ligação directa com os fãs. O artista continua entre os nomes mais influentes da música popular moçambicana da última década, acumulando milhões de visualizações em plataformas digitais e forte presença mediática. A expectativa recai agora sobre próximos lançamentos e possíveis colaborações internacionais associadas ao novo ciclo artístico iniciado com “Minha História”.
Governo cria comité de coordenação do sector agrário
Governo cria comité de coordenação do sector agrário
O Governo de Moçambique aprovou, na sua 14ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, a criação do Comité de Coordenação do Sector Agrário, com o objectivo de melhorar a coordenação e o desenvolvimento do sector agrário no país. Esta medida visa fortalecer a produção agrícola e melhorar a vida dos produtores rurais. O Comité terá a responsabilidade de fixar os preços mínimos de compra de produtos agrícolas, como o algodão caroço e as oleaginosas, ao produtor. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, afirmou que "o Comité do Sector Agrário é um órgão de consulta de carácter técnico e é responsável por coordenar as acções do Governo no sector agrário". Além disso, o Comité também terá a tarefa de monitorizar a produção agrícola e fazer recomendações para melhorar a produtividade e a competitividade do sector. A criação do Comité de Coordenação do Sector Agrário é um passo importante para o desenvolvimento do sector agrário em Moçambique, que é um dos principais sectores da economia do país. O sector agrário é responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique e emprega mais de 70% da população activa. A medida também visa melhorar a segurança alimentar no país, que é um dos principais desafios que Moçambique enfrenta. O país ainda depende fortemente das importações de alimentos, o que torna a produção agrícola nacional uma prioridade. O Governo espera que a criação do Comité de Coordenação do Sector Agrário ajude a aumentar a produção agrícola e a melhorar a vida dos produtores rurais, que são os principais actores do sector. Além disso, a medida também visa atrair investimentos para o sector agrário, o que pode ajudar a diversificar a economia de Moçambique e reduzir a dependência do país das importações de alimentos.
