Trump aceita incluir Líbano na trégua, mas ataques intensificam-se após ligação com Netanyahu

O entendimento original previa uma trégua de duas semanas entre os Estados Unidos e o Irão, sem contemplar o território libanês. Contudo, Israel terá procurado manter o Líbano fora desse compromisso, alegando que o acordo não abrangia operações militares nesse país.
Entretanto, contactos telefónicos entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu terão contribuído para uma revisão da posição norte-americana. A inclusão do Líbano no cessar-fogo representa uma tentativa de conter a escalada militar na região.
Antes desta reviravolta, Israel intensificou ataques contra o território libanês, resultando em cerca de 300 mortos e mais de mil feridos, segundo as mesmas fontes. As acções militares geraram forte reacção internacional e agravaram as tensões diplomáticas em curso.
A polémica foi ampliada pelas declarações do ministro da Defesa do Paquistão, que classificou Israel como “uma maldição para a humanidade”, acusando o país de prosseguir bombardeamentos durante negociações de paz. O episódio reforça o clima de instabilidade e evidencia a fragilidade dos esforços diplomáticos na região.
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Fonte: Redação Voz do Índico