
Transportadores denunciam exclusão no acesso ao subsídio

Os transportadores questionam a exclusão num contexto em que canalizam taxas diárias de 40 meticais às associações filiadas à Federação Moçambicana de Transportadores Rodoviários. E mais, dizem que o custo da inserção nas organizações propicia a informalidade no sector.
Os queixosos que querem transparência das lideranças das associações dizem basta às taxas e ponderam recorrer à justiça. O "O País" contactou a União dos Transportadores de Maputo e a FEMATRO, que rejeitaram as acusações e acreditam que se trata de falha na comunicação.
A FEMATRO explicou que as associações já orientaram os proprietários de viaturas a reunir-se com os proprietários das viaturas, na condição de lhes informar qual é o processo para juntar os documentos necessários para aceder à compensação. No entanto, a federação ainda não tem previsão de quantas transportadoras vão receber os subsídios e garante que não haverá injustiça.
A situação dos transportadores é um exemplo de como a crise de combustíveis está a afetar a economia moçambicana, especialmente o sector dos transportes. A falta de acesso a combustíveis a preços acessíveis está a aumentar os custos de operação para os transportadores, o que pode ter um impacto negativo na economia do país.
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Na perspectiva da Voz do Índico, a denúncia dos transportadores sobre a exclusão no acesso ao subsídio é um sinal de que a gestão do sector dos transportes em Moçambique precisa ser mais transparente e eficaz. A falta de acesso a combustíveis a preços acessíveis é um desafio que precisa ser enfrentado para proteger a economia do país..