
Serpentário moçambicano reergue-se após destruição das manifestações

Com a reabertura, a universidade pretende reunir cerca de mil serpentes para extrair veneno e desenvolver, futuramente, um soro destinado ao tratamento de vítimas de mordeduras de cobras. O objetivo é reduzir a dependência da importação deste medicamento, atualmente adquirido no estrangeiro a custos elevados.
Segundo Samuel Bila, responsável pelo serpentário, o espaço alberga atualmente quatro cobras pertencentes a três espécies, mas tem capacidade para mais de 600 animais. A captura de serpentes decorre de forma gradual, permitindo que os animais passem por um período de quarentena antes de integrarem o serpentário.
Enquanto a produção nacional não for possível, a universidade prevê extrair e liofilizar o veneno das serpentes para posterior envio à África do Sul, onde existem laboratórios capazes de fabricar o soro antiofídico.
Além da investigação científica, a UEM pretende colaborar com o Ministério da Saúde para melhorar a resposta aos casos de mordeduras de serpentes e contribuir para a redução da mortalidade causada por acidentes ofídicos no país.
Para detalhes minuciosos, consulte a fonte oficial
Edição e Verificação Editorial
A reabertura do serpentário da UEM é um passo importante para a produção de soro antiofídico em Moçambique, visando salvar vidas humanas e animais.
A falta de soro para combater os efeitos das mordeduras de cobras é um problema grave no país, e a iniciativa do serpentário pode ajudar a resolver essa questão.
No entanto, a falta de financiamento e a necessidade de apoios para apetrechar o serpentário são desafios que precisam ser superados.
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