
Província de Sofala regista 21 mortos por desnutrição crónica até maio

O chefe de saúde pública, Bélio António, apontou que os casos saem dos distritos numa condição muito crítica. Em maio, organizações da sociedade civil moçambicana alertaram que o investimento público em nutrição e segurança alimentar continua abaixo das necessidades do país.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou que Moçambique enfrenta uma crise nutricional de "grande magnitude", estimando que cerca de 100 mil crianças menores de 5 anos vão precisar de tratamento para desnutrição aguda grave este ano.
A desnutrição aguda continua crítica, com 4% das crianças afetadas, incluindo casos graves, que representam risco imediato de mortalidade. Os cortes de financiamento na ajuda ao desenvolvimento têm impactado diretamente a capacidade de providenciar os suplementos, medicamentos e meios logísticos para o aprovisionamento dos serviços essenciais de nutrição e saúde para os mais afetados.
A situação é considerada crítica, com necessidade de reforço das verbas do Orçamento do Estado para combater os elevados índices de desnutrição.
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Edição e Verificação Editorial
A situação de desnutrição crónica em Moçambique é um problema grave e complexo, que requer uma abordagem integrada e sustentada.
A falta de investimento público em nutrição e segurança alimentar é um dos principais obstáculos para combater a desnutrição.
A sociedade civil e as organizações internacionais devem trabalhar juntas para alertar sobre a gravidade da situação e pressionar o governo para aumentar o investimento em nutrição e saúde.
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