Procurador-geral da república aponta Nini Satar como possível mandante do assassinato de elvino dias

O caso em questão envolve a falsificação de um atestado de óbito de Edite Chilindro, que estava foragida e era companheira de Nini Satar. O processo estava marcado para ser julgado no dia 20 de outubro de 2024, um dia antes do assassinato de Elvino Dias.
"A vítima (Elvino Dias), infelizmente, era um dos mandatários lá no processo. Foram forjados alguns documentos, dando a entender que esta senhora estava morta, incluindo documentos da África do Sul, dos hospitais, para provar. São documentos forjados de uma clínica da África do Sul para dar a entender que a senhora estava morta", disse o Procurador-Geral.
O assassinato de Elvino Dias ocorreu em um contexto de grande tensão política em Moçambique, após as eleições gerais de 2024. O advogado era conhecido por suas posições contundentes contra os resultados das eleições.
A investigação do assassinato de Elvino Dias está em curso, e a possível ligação com Nini Satar pode ter implicações significativas para a justiça moçambicana.
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