
Pacientes denunciam aplicação de medicamentos fora do prazo em Chigubo

A Direcção Provincial de Saúde diz que o sector tem stock de medicamentos para os próximos 14 meses e que a denúncia é infundada, mas admite investigar o caso. O Médico Chefe afirma que decorre uma averiguação aprofundada cujo resultado será anunciado nos próximos dias. Enquanto aguarda pelos resultados da investigação, o paciente submeteu o caso à procuradoria distrital de Chigubo.
Almeida Guelume declarou: "Tomamos conhecimento através das redes sociais, da circulação de uma informação, dando conta que há um paciente que foi administrado medicamento fora do prazo no Centro de Saúde. À luz daquilo que preconiza o funcionamento da administração pública, nós estamos a fazer um trabalho interno para se apurar a veracidade destes factos e, se concluir, haver alguma culpabilidade dos nossos colegas que atenderam ou estiveram naquele dia em que o paciente se fez ao Centro de Saúde, iremos tomar as devidas medidas administrativas em função àquilo que emana o Estatuto Geral, os funcionários agentes do Estado e demais leis que orientam o funcionamento da administração pública".
O paciente, após ingerir o medicamento, começou a registar alergias, por isso, exige responsabilização aos implicados.
A investigação está em curso e os resultados serão anunciados nos próximos dias. O caso tem gerado grande preocupação entre a população local, que exige medidas para garantir a segurança e a qualidade dos serviços de saúde.
Para detalhes minuciosos, consulte a fonte oficial
Edição e Verificação Editorial
Na perspetiva da Voz do Índico, o caso de aplicação de medicamentos fora do prazo em Chigubo é um exemplo grave de negligência e falta de responsabilidade no sector da saúde.
A denúncia feita pelo paciente e confirmada pelo administrador do distrito de Chigubo, Almeida Guelume, é um sinal de alerta para a necessidade de uma investigação aprofundada e de medidas para garantir a segurança e a qualidade dos serviços de saúde.
A resposta da Direcção Provincial de Saúde, que afirma que a denúncia é infundada, não é convincente e não resolve o problema.
É fundamental que sejam tomadas medidas para prevenir que casos como este voltem a ocorrer e que sejam responsabilizados os culpados.
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