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Justiça

Activista social acusa polícia de tentativa de assassinato em Nampula

Um activista social e defensor dos direitos humanos, Joaquim Pachoneia, mais conhecido por Jota Pachoneia, acusou a Polícia da República de Moçambique de tentativa de assassinato. O incidente ocorreu em Nampula, quando Pachoneia se deslocava à localidade de Anchilo.
Publicado em 24/04/2026
Voz do Índico
Análise Detalhada

De acordo com o relato de Pachoneia, ele escapou de disparos supostamente efectuados por agentes da PRM. O activista social utilizou as redes sociais para denunciar o incidente e expressar sua preocupação com a segurança dos defensores dos direitos humanos em Moçambique.

"Estou a denunciar publicamente a tentativa de assassinato de que fui vítima por parte de agentes da PRM", disse Pachoneia. "É inaceitável que, em pleno século XXI, os defensores dos direitos humanos sejam alvo de violência e intimidação".

O incidente ocorre num contexto de crescente preocupação com a segurança dos activistas sociais e defensores dos direitos humanos em Moçambique. Em anos recentes, vários casos de violência e intimidação contra estes grupos foram registados.

A acusação de Pachoneia contra a polícia é um exemplo preocupante da deterioração do clima de segurança para os defensores dos direitos humanos em Moçambique. É fundamental que as autoridades moçambicanas tomem medidas para garantir a segurança e a proteção dos activistas sociais e defensores dos direitos humanos.

Para detalhes minuciosos, consulte a fonte oficial

Fonte: Carta de Moçambique – Informação rigorosa e opinião de qualidade de e sobre Moçambique.
Análise Exclusiva Voz do Índico
Na perspetiva da Voz do Índico, a acusação de Jota Pachoneia contra a polícia é um sinal alarmante da deterioração do clima de segurança para os defensores dos direitos humanos em Moçambique. É fundamental que as autoridades moçambicanas tomem medidas para garantir a segurança e a proteção dos activistas sociais e defensores dos direitos humanos, como já ocorreu em outros países da região. A impunidade não pode ser tolerada, e é necessário que haja uma investigação rigorosa e transparente sobre o incidente.
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