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Política

Maputo investe em transporte eléctrico para renovar mobilidade urbana

Análise da notícia

Renovação da mobilidade urbana redefine o futuro de Maputo

O Governo de Moçambique lançou um concurso público internacional para implementar um sistema moderno de transporte colectivo na Área Metropolitana de Maputo, baseado numa solução inovadora e totalmente eléctrica. Este projecto visa responder aos crescentes desafios de mobilidade urbana que afectam a capital e as zonas adjacentes.
Publicado em 10/04/2026
Maputo investe em transporte eléctrico para renovar mobilidade urbana
Análise Detalhada

O Ministério dos Transportes e Logística convidou empresas e consórcios qualificados a apresentarem manifestações de interesse para a concepção, financiamento, implementação e operação inicial do sistema, que inclui a criação de uma rede composta por três linhas estruturantes, com uma extensão total aproximada de 52 quilómetros. "A proposta insere-se num contexto de forte pressão sobre o sistema de transportes urbanos", segundo a divulgação do Governo.

A Linha 1 vai fazer a ligação entre o centro da cidade e o Zimpeto, incluindo um ramal para o Aeroporto Internacional de Maputo. A Linha 2 ligará Maputo à Matola, enquanto a Linha 3 será uma linha urbana ao longo da Avenida 24 de Julho, um dos principais corredores de circulação da capital.

O projecto prevê a posterior transferência do projecto para o Estado, num modelo de parceria público-privada, o que pode trazer benefícios significativos para a mobilidade urbana em Moçambique. A actual dependência de transportes semicolectivos informais, conhecidos como “chapas”, que frequentemente operam sobrelotados, deve ser reduzida com a implementação deste novo sistema.

A implementação do sistema de transporte eléctrico pode ter um impacto positivo na qualidade de vida dos cidadãos de Maputo, melhorando a mobilidade e reduzindo a poluição ambiental. Além disso, o projecto pode criar oportunidades de emprego e estimular o desenvolvimento económico local.

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Para detalhes minuciosos, consulte a fonte oficial

Fonte: O País – A verdade como notícia
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