Centenas de judeus ultra-ortodoxos protestam contra o recrutamento militar em Israel
Os protestos ocorreram em várias cidades, incluindo Jerusalém e Bnei Brak, com os manifestantes alegando que o recrutamento militar é uma ameaça à sua liberdade religiosa. A lei israelense exige que todos os cidadãos, homens e mulheres, sirvam nas forças armadas por um período de dois a três anos, mas os judeus ultra-ortodoxos têm sido isentos desse serviço.
"O recrutamento militar é uma violação dos nossos direitos como judeus", disse um dos manifestantes. "Nós não queremos servir no exército, queremos servir a Deus".
A questão do recrutamento militar é um tema sensível em Israel, com muitos cidadãos acreditando que os judeus ultra-ortodoxos devem contribuir para a defesa do país. No entanto, os judeus ultra-ortodoxos argumentam que o seu estilo de vida e crenças religiosas os tornam inadequados para o serviço militar.
Os protestos têm sido pacíficos, mas a tensão entre os judeus ultra-ortodoxos e o governo israelense continua a aumentar. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem sido pressionado a encontrar uma solução para o problema, mas até agora, nenhuma decisão foi tomada.
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