
G7 Condena Medidas de Coerção Económica

A declaração conjunta do G7, que inclui a França, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Itália, Japão e o Reino Unido, destaca a importância de reforçar a cooperação e avançar na garantia das cadeias de abastecimento. O ministro francês Nicolas Forissier assinalou que a reunião do G7 produziu resultados concretos, como o reforço da cooperação e avanços na garantia das cadeias de abastecimento.
"Cooperaremos com os nossos parceiros para reduzir as nossas dependências críticas e garantir o fracasso de qualquer tentativa ou ameaça de utilizar as dependências económicas como armas", disse o grupo.
O Ocidente tem vindo a demonstrar preocupações relativamente à dependência das cadeias de abastecimento chinesas, em particular no que diz respeito às terras raras, componentes essenciais para a eletrónica e equipamentos militares. Em 2025, a China impôs restrições às exportações de terras raras, durante a guerra comercial com os EUA.
A declaração do G7 é um sinal claro de que os países ocidentais estão determinados a reduzir a sua dependência de fornecedores estratégicos, como a China, e a garantir a segurança das suas cadeias de abastecimento.
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Na perspetiva da Voz do Índico, a declaração do G7 sobre a coerção económica é um alerta para a necessidade de diversificar as fontes de abastecimento e reduzir a dependência de fornecedores estratégicos. Isto é particularmente relevante para Moçambique, que está a desenvolver as suas próprias cadeias de abastecimento e a procurar parceiros estratégicos para o seu crescimento económico. A cooperação com os países do G7 pode ser uma oportunidade para Moçambique reduzir a sua dependência de fornecedores chineses e garantir a segurança das suas cadeias de abastecimento..