Falta de fundos ameaça presença de Moçambique no Africano de Natação

A FMN tem procurado apoio junto do Governo e do sector privado, sem resultados concretos até ao momento. O presidente da FMN, Justino Francisco, já havia alertado que o montante é essencial, sobretudo para cobrir despesas de transporte, consideradas as mais elevadas, incluindo viagens a partir de Moçambique e de Portugal, onde alguns atletas se encontram a treinar. Além das passagens aéreas, o orçamento inclui custos com alojamento, alimentação e taxas de inscrição, compondo um pacote indispensável para garantir a participação da delegação.
"A falta de financiamento é um grande desafio para a natação moçambicana", disse o presidente da FMN, Justino Francisco. "Estamos a fazer todos os esforços para garantir a participação da nossa equipa no Campeonato Africano, mas a falta de fundos é um grande obstáculo". A FMN tem procurado apoio junto do Governo e do sector privado, sem resultados concretos até ao momento.
A possibilidade de ausência de Moçambique na prova tem gerado preocupação no meio desportivo e reacendido o debate sobre o financiamento das modalidades no País. Analistas apontam que o caso evidencia fragilidades estruturais, incluindo a dependência de apoios pontuais e a falta de mecanismos sustentáveis de financiamento. A natação moçambicana tem uma longa história de sucesso, com vários atletas a conquistarem medalhas em competições internacionais.
Caso se confirme a ausência, os impactos poderão ser significativos. Para além de limitar a exposição internacional dos atletas, a não participação compromete o desenvolvimento competitivo da natação moçambicana e reduz a presença do País em eventos de alto nível no continente africano. A FMN está a trabalhar arduamente para encontrar uma solução para o problema de financiamento e garantir a participação da selecção nacional no Campeonato Africano de Natação.
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