Confusão em bombas da Eco em Nampula leva à intervenção da UIR com gás lacrimogéneo

De acordo com relatos, a proibição do enchimento em recipientes portáteis foi o principal foco de conflito. Muitos cidadãos insistiam no uso de galões como forma de garantir reservas, face à incerteza no abastecimento. O ambiente agravou-se com empurrões, discussões e tentativas de forçar o serviço. Funcionários do posto enfrentaram dificuldades para conter a multidão.
“Houve intervenção da UIR, com recurso a gás para dispersar os presentes”, indicam testemunhos confirmados no local. A actuação visou restabelecer a ordem e evitar a escalada da violência. O uso deste meio provocou dispersão imediata e momentos de pânico entre os utentes. Até ao momento, não há confirmação oficial sobre detenções ou feridos.
Restrições ao uso de galões têm sido aplicadas em vários pontos do país como forma de travar a revenda ilegal e controlar a distribuição. Contudo, em cenários de escassez, estas medidas tendem a gerar reacções intensas da população. Nampula tem sido uma das cidades mais afectadas por episódios ligados ao abastecimento. A pressão social sobre os postos mantém-se elevada.
A curto prazo, prevê-se reforço da presença policial em postos de abastecimento e manutenção de restrições operacionais. A médio prazo, a estabilização dependerá da normalização do fornecimento de combustível. O episódio em Mutava Rex evidencia o nível de tensão associado à crise energética. A gestão da situação continuará a exigir equilíbrio entre controlo e resposta social.
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