CNDH exige autonomia financeira e reconhecimento constitucional

O comissário Clodoaldo Castiano reclamou que o executivo interfere directamente na forma como os comissários são designados, o que enfraquece a independência da comissão. "O facto de termos o executivo a interferir directamente na forma como os comissários são designados, enfraquece a independência da comissão (...) Outro aspecto é a questão da autonomia administrativa, ou o facto de a Comissão de Direitos Humanos, por exemplo, poder discutir o seu orçamento", disse Castiano. Além disso, Castiano defendeu que a comissão precisa de meios para funcionar, uma vez que o Governo não fornece os recursos necessários.
A CNDH está a pedir mudanças na composição da comissão e no modelo de alocação do orçamento. A comissão técnica para o Diálogo Nacional Inclusivo ouviu as aspirações da CNDH e espera que haja mudanças significativas no futuro. A autonomia financeira e a independência são fundamentais para que a CNDH possa cumprir o seu mandato de forma eficaz e sem limitações financeiras.
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