Chuvas mortais no Quénia já fizeram 18 mortos e colocam país em alerta nacional

Segundo o Ministério do Interior queniano, a região oriental, atravessada pelo rio Tana, registou o maior número de vítimas, com nove mortos. Outras mortes foram confirmadas nas regiões central (três), costa (dois), capital Nairobi (dois) e Vale do Rift (dois) . As autoridades alertam para o aumento do nível dos rios e risco de transbordo. Comunidades em zonas de risco estão a ser aconselhadas a abandonar áreas vulneráveis. O impacto já se estende a infra-estruturas e habitações.
“As chuvas intensas continuam a representar um risco elevado e exigem vigilância máxima”, indicaram as autoridades, apelando à população para seguir instruções de evacuação . Equipas de resgate estão no terreno a retirar famílias de zonas inundadas. O número de afectados continua a subir, com milhares de pessoas deslocadas. A resposta envolve múltiplas agências governamentais. A prioridade é salvar vidas e evitar novas vítimas.
Este novo episódio ocorre poucas semanas após outra vaga de inundações devastadoras no país, que causou mais de 100 mortes e deslocou milhares de famílias . O Quénia enfrenta ciclos recorrentes de chuvas intensas entre março e maio, frequentemente agravados por urbanização desordenada e falhas na drenagem. Especialistas apontam também para o impacto das alterações climáticas. A repetição destes eventos expõe vulnerabilidades estruturais. O problema tornou-se crónico.
As consequências são graves, com destruição de infra-estruturas, perda de vidas e impacto económico significativo. A curto prazo, o foco está nas operações de emergência e assistência às vítimas. A médio prazo, cresce a pressão para melhorar sistemas de prevenção e planeamento urbano. Analistas alertam para necessidade de investimento em resiliência climática. O país enfrenta um desafio urgente. O cenário continua em evolução.
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